Por que os russos usam balística com mais frequência – explicou a Força Aérea


02 de fevereiro de 2024, 09:51

A Rússia começou a usar balística com mais frequência

Lançamento de um foguete utilizando o complexo Iskander
© for-ua.com

As tropas russas começaram recentemente a usar cada vez mais mísseis balísticos ao bombardear a Ucrânia, observou Yuri Ignat, porta-voz da Força Aérea das Forças Armadas Ucranianas, durante a maratona.

“O inimigo usa com mais frequência mísseis voando ao longo de uma trajetória balística. Estes são o Iskander-M, o míssil aerobalístico Kinzhal, o Kh-22 – um míssil de cruzeiro que ataca ao longo de uma trajetória balística já ao se aproximar do alvo, e os mísseis guiados antiaéreos S-300”, disse ele.

Segundo Ignat, os russos entendem que a Ucrânia tem certas capacidades para abater homens-bomba e mísseis de cruzeiro, por isso usam balística que só pode ser abatida por certos sistemas de defesa aérea, dos quais a Ucrânia não possui muitos.

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Na noite de 29 de janeiro, os russos atacaram a Ucrânia com o oitavo UAV do tipo Shahed-136/131, um míssil Iskander-M da região de Voronezh e três mísseis S-300. As forças de defesa conseguiram eliminar todos os UAVs inimigos, mas não conseguiram deter os mísseis balísticos.

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